sábado, 19 de março de 2011

Humanidade


Não conseguem ver aquilo que não lhes está à frente dos olhos!
Tolos, já senti cada dor, cada sensação de vossas lúgubres existências!

Não sou o vilão desta trama!
Fui nomeado de forma que não pudesse ser dado ao conhecimento!

A manipulação dos seus sentimentos é um ode aos meus hábeis dedos!
Uma deidade ante suas suplicáveis ignominiosas sensações descoordenadas!

Minha racionalidade os combale a atender os meus mais sombrios desejos!
E os seus deuses se encimam grandiosos!

A humanidade traça seus próprios caminhos tortuosos!
Em são consciência fere a alma daqueles que já estão sobre suas próprias tumbas!

Caminhos rotos que não os conduzem à lugar algum!
Sofrimento é o inimigo sempre à espreita na próxima curva!

Diga-me o contrário: Eu, que os observo!
Provem-me pelo que não são!

Perversidade é o que vai na alma dos homens!
Suas armas vaidosas se esvaem em suas próprias lágrimas!

Mas não matem-se aos seus iguais!
Nem se torturem pelo que não podem ser!

Nascer não é sinônimo de morrer!
Se morrer é o teu mal, viva com sua maldade para sempre!

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