terça-feira, 14 de julho de 2009

Existência não-sublimada...


A tua energia é contagiante!
O nome que não se deve pronunciar se afastou dos meus lábios...
O termo não conceituado, passa a fazer sentido.
A tua beleza suprema flui sobre a tímida existência.
O imutável, mudou-se às estrelas...
O ar da graça manifesta-se através da minha obscura teimosia em ser.
A tua força de vida sobrepõe-se a inércia de uma outra vida!
O sentimento desconhecido volve-se ante o véu da minha ignorância...
O sonho deixou, há muito, de anteceder o pesadelo.
A tua generosidade abalou o cismo do meu ego!
O gesto não-entendido gerou compreensão...
O ouvir tornou-se agradável ao toque.
A tua existência fez reviver o sonho adormecido!
O que não era, agora é...
O que não havia mostra-se sem aparências.
A tua voz repele os ecos da escuridão!
O teu grito sobrepuja os temores...
O teu arfar relembra o que dantes galgava ao poço do esquecimento.
A tua razão propõe a segurança!
O teu falar transmite luz ( E como dela havia eu fugido!)...
O teu ser irrompe ao ninguenetismo.
A tua discórdia afaga a sabedoria!
O teu duvidar corrói a certeza ( E como estive incerto!)...
O teu olvidar inflama o berço de parcas palavras lançadas ao vento.

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